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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Alô Rim Livramento 2013

Olá amigos, estamos voltando com novas publicações em 2013, e pedimos que todos participem enviando suas mensagens e perguntas para nosso e-mail: alorimlivramento@hotmail.com

PARTICIPEM DIVULGANDO NOSSA CAMPANHA PARA NOVOS COLABORADORES 2013



Precisamos de vocês!!!

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Ronda da Cidadania Especial

Dia 3 de Março, na Escola General Neto.
Das 14 às 17h

Ronda em homenagem e despedida para a Excelentíssima Senhora Doutora Juíza Mirtes Brum.

Aproveitamos para agradecer o apoio sempre dado para nosso projeto em prol da saúde santanense.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Que país é esse?!


Câncer é a segunda causa de morte no Brasil, afirma relatório do TCU


Trata-se de um país doente, que demora até cem dias pra começar um tratamento contra o câncer. Os números do TCU são dramáticos.


Doença terrível, o câncer é hoje a segunda causa de morte no Brasil. São 500 mil novos casos por ano. Um mal que o país não se preparou para enfrentar. Quem tem câncer tem pressa, mas o que a gente encontrou na rede pública foi fila de espera para começar o tratamento.
Um levantamento do Tribunal de Contas da União (TCU) mostra que as condições de tratamento no país são muito desiguais. No Sudeste há centros de excelência. No Norte sequer há tratamento em algumas regiões. Ou seja, o país ainda não está preparado para atender uma demanda cada vez maior de doentes.
O câncer é a segunda causa de morte no país. Entre os homens, o mais comum é o de próstata e entre as mulheres, o de mama. Em 2003, a professora Regina Correia Leite fez o exame que aponta a doença. Como o médico não deu retorno, ela achou que estava tudo bem, mas já tinha câncer. Só descobriu isso um ano depois e teve de extrair uma das mamas. Ainda hoje faz quimioterapia.
“Corri atrás de outro profissional, mas o nódulo já estava grande. Seria, talvez, minha cura um diagnóstico precoce”, comenta a professora.
O Tribunal de Contas da União (TCU) fez uma auditoria na política nacional de câncer. A situação é crítica na Região Norte. No Pará, apenas 40% dos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) conseguem fazer quimioterapia. Em Rondônia, só 6% dos doentes com câncer que precisam de cirurgia são operados. Já o Amapá e Roraima sequer oferecem radioterapia.
O país não se preparou para enfrentar a doença, que tem 500 mil novos casos por ano. Faltam leitos, equipamentos e profissionais. Muitas vezes a pessoa é diagnostica com câncer, mas não encontra vaga para iniciar o tratamento.
Os pacientes que precisam de quimioterapia aguardam, em média, 58 dias. A espera é ainda maior para radioterapia: cem dias. A demora reduz as chances de cura, que costumam ser de 90% em tumores em estágio inicial. Renata Vilhena Silva, advogada especializada em direito à saúde, diz que em casos extremos pacientes recorrem à Justiça.
“Existem decisões judiciais que obrigam, inclusive, o estado a arcar com o tratamento em um hospital particular. Ou manda operar, intima a Secretaria da Saúde para oferecer outro lugar, ou então em último caso o paciente pode pedir que seja pago o tratamento na rede privada”, orienta a advogada.
O médico Paulo Marcelo Hoff, diretor-geral do Instituto do Câncer em São Paulo, afirma que não há solução a curto prazo.
“É preciso que se faça um investimento no desenvolvimento de uma infraestrutura que possa dar vazão à demanda, ao numero de pacientes que estão surgindo. É preciso que se aumente o número de indivíduos que são treinados para fazer o atendimento a pacientes com câncer. É preciso também que a sociedade como um todo demande que haja um aumento na verba que é disponibilizada para que isso possa ser implementado”, defende o médico.
De acordo com o Ministério da Saúde, o Sistema Único de Saúde (SUS) ampliou o volume de recursos para tratamento contra o câncer no país em 22%. O ministério deve fechar o ano com investimentos de R$ 2,2 bilhões – R$ 400 milhões a mais do quem em 2010.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Hospital treina médicos a darem o diagnóstico de morte encefálica


Não é nada fácil a tarefa de mostrar que quando uma vida termina, muitas outras podem recomeçar.

 

A notícia da morte de um filho, uma mãe, um irmão traz a imensa dor da perda. A família sente o vazio, a falta, e é nessa hora que profissionais de saúde precisam falar em doação. Não é nada fácil a tarefa de mostrar que quando uma vida termina, muitas outras podem recomeçar.
A mãe que chora a perda de um filho e o robô que se comporta como paciente: em parceria com o Ministério da Saúde, o hospital Albert Einstein treina em São Paulo coordenadores de transplantes de várias partes do Brasil. O processo começa com o que toda família que perde alguém precisa saber: como deve ser feito o diagnóstico da morte encefálica.
“A família vai encontrar uma pessoa respirando através de aparelhos, com o coração batendo, obviamente mantido através de medicações, e com alguns movimentos”, explica o cirurgião Renato Hidalgo, mostrando o robô que simula o paciente. ”Testamos não só a dor nos membros e nos troncos, mas também na face.”
“Ele não tem qualquer reflexo, então se eu abrir a pálpebra desse paciente, eu consigo encostar uma gaze, ou mesmo o dedo. Ele não tem resposta alguma. Isso mostra para nós também que o cérebro parou de funcionar”, acrescenta.
“O Brasil é um país que tem a lei mais rigorosa para o diagnóstico de morte encefálica. A gente precisa de dois médicos que deem o diagnóstico em momentos diferentes, com horas de diferença. Depois disso, é a necessidade de um exame de imagem que comprove que não existe nenhum fluxo sanguíneo no encéfalo”, diz o chefe do Programa de Transplante de Fígado do Hospital A.E./SP, Ben-Hur Ferraz Neto.
Os profissionais que conversam com as famílias nessa hora tão difícil não podem ter nenhuma ligação com equipes que fazem transplantes. A tarefa é garantir que o diagnóstico de morte encefálica seja feito, ter certeza de que os órgãos serão preservados e colocar a possibilidade de doação.
”Um profissional bem capacitado para realizar a entrevista familiar repercute em um resultado muito melhor”, garante o coordenador de transplantes João Luís Erbs.
Existe algo que pode ajudar muito profissionais como João: as conversas em família. O Brasil é grande e tem um povo generoso. Se cada um deixar claro sua vontade de ser um doador, a fila do transplante, a fila da vida pode andar muito mais rapidamente.
João não conhece os que esperam, mas pensa neles todos os dias. ”Quando eu vou dormir eu penso nisso, que o meu trabalho ajuda essas pessoas para que elas possam passar muitos outros natais, anos novos, ver os filhos crescerem junto da sua família. Isso é extremamente gratificante.”
Recomeçar é um direito que todos os brasileiros têm. Mais de 90% dos transplantes feitos no país são pagos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Pobres e ricos esperam na mesma fila.
O que médicos e pacientes precisam é da solidariedade dos brasileiros, que pode começar com uma picadinha na hora da doação de sangue. Um gesto simples que salva.
Inscrever-se no cadastro de doadores de medula também é fácil. Basta um exame de sangue. A retirada da medula pode ser feita com uma punção no osso da bacia ou com uma máquina que filtra o sangue em uma espécie de hemodiálise.
Sofia, de apenas 17 anos, está doando a medula para a irmã que tem leucemia. “Me sinto feliz em poder salvar a vida dela.”
Quem recebe, ganha vida. É o melhor motivo de todos para comemorar. É com bolo que os profissionais do transplante costumam marcar a data em que uma nova medula começa a funcionar. Quando as células de defesa se multiplicam. A festa dessa vez foi para o Guilherme. “Um alívio indescritível”, comemora a mãe do menino.

domingo, 23 de outubro de 2011

Direitos de pacientes portadores de Doença Renal Crônica

Foi determinado através de lei federal que todo paciente renal crônico tem direito de realizar gratuitamente seu tratamento de diálise ou o transplante renal. Além disso, foram determinadas as condições mínimas que devem existir em um centro de diálise ou em um serviço de transplante, que permitirão o bom funcionamento e a boa qualidade do tratamento. Estas mesmas leis dão direito ao fornecimento de medicamentos básicos e essenciais para o tratamento de doenças que normalmente acompanham a insuficiência renal.



• Ministério Público do Estado
• Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa
• OAB – Ordem dos Advogados do Brasil
• Procuradoria de Assistência Judiciária do Estado
• PROCON – Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor



Fonte: www.sbn.com.br

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Brechó


Pessoal, estaremos nos dias 13 e  14 no Núcleo de Estudos Fronteiriços (Tel.3243-6444) ou 96217050.
A partir de Segunda-feira estaremos na rua Senador Salgado Filho 470 (ao lado da Santa Casa), durante a próxima semana não teremos o telefone funcionando, então podem entrar em contato pelo cel.96217050 ou na própria sede.

EM BREVE A INAUGURAÇÃO DA NOVA SEDE!!! 

AGUARDE!

terça-feira, 4 de outubro de 2011

IV Congresso Sul Brasileiro de Nefrologia e Encontro Sul Brasileiro Multidisciplinar em Nefrologia




No mês de outubro será realizado o IV Congresso Sul Brasileiro de Nefrologia e o I Encontro Sul Brasileiro Multidisciplinar em Nefrologia, na Associação Médica do Paraná, na cidade de Curitiba, entre os dias 21 e 23.

As inscrições estão abertas até o dia dois de outubro, pelo site do congresso, depois desta data somente no local do evento. Podem participar dos eventos profissionais da área de nefrologia, enfermagem, nutricionistas e profissionais que atuem diretamente com especialidade.
Os participantes contarão com palestrantes nacionais e internacionais, como o Professor Doutor Fernando Liaño (Madri) que abordará os temas "Necessidade de diálise crônica depois da IRA" e "Novas definições e conceitos da injúria renal aguda" e o Doutor Peter Kotanko (Nova Iorque) com os temas "Presente e futuro do tratamento dialítico" e "Estado volêmico no paciente crítico".

Encontra-se disponível no site do congresso a programação preliminar dos três dias de evento e dicas hospedagem e transporte na cidade de Curitiba.

Para mais informações ou dúvidas siga as redes sociais do IV Congresso Sul Brasileiro de Nefrologia:


Realização: Sociedade Paranaense de Nefrologia em parceria com as Sociedades Catarinense e Gaucha de Nefrologia.


-- 





Fonte: Mauricio Daniachi
Planejamento de Mídia

terça-feira, 30 de agosto de 2011

A ONG aderiu a esta campanha!


Outubro 2011.

Vem aí nossa 2ª Feira de Combate e Prevenção a Doença Renal Crônica.

Com exames gratuitos para toda a comunidade.

Aguarde!!!

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Orçamento participativo. PARTICIPE!!!


Portal da Participação


O povo gaúcho elegeu uma proposta baseada em um governo sintonizado com o novo momento nacional e com os fluxos de investimento e mercados mundiais. Essa proposta combina o avanço democrático com a busca da redução das desigualdades regionais, sociais e da erradicação da pobreza. Na base desse projeto está a retomada do desenvolvimento sustentável com equidade e participação.

VOTAÇÃO DE PRIORIDADES: ORÇAMENTO 2012 - DIA 10 DE AGOSTO DE 2011 - 





Para Sant'Ana do Livramento: 

Projeto 1 - Agricultura, Pecuária e Agronegócio -
 Projeto Pecuária Familiar           - R$ 275.000,00


Projeto 2 - Saúde - Projeto Rede Hospitalar
                                                                 - R$ 135.000,00
 - R$  200.000,00 (Santa Casa)


Projeto 3 - Segurança Pública - Projeto Reaparelhamento
 da Segurança Pública - R$ 725.000,00


Projeto 4 - Educação - Projeto Ampliação dos Espaços
 Escolares                            - R$150.000,00



acesse: www.participa.rs.gov.br

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Apenas 5% dos jovens brasileiros sonham em ficar ricos, diz pesquisa



Abrir o negócio próprio, trabalhar pelo social e pelo coletivo e ainda ser feliz.
O pensamento de que tem entre 18 e 24 anos não é apenas ganhar dinheiro.

“A gente vê que para o jovem, tão importante quanto ter um trabalho estável, com segurança financeira, é ter um trabalho que traga também satisfação pessoal. Trabalho e felicidade é uma busca muito forte dessa geração jovem”, diz o sociólogo Gabriel Milanez.
Essa noçao de emprego que o jovem traz hoje nao é necessariamente igual aos que os pais deles tinham. Nas décadas de 60 e 70, o trabalho era para o sustento da família. Com os yuppies dos anos 80, ganhar dinheiro virou o objetivo principal. Até a década seguinte.
O trabalho voluntário faz bem para as pessoas e para o currículo. O jovem voluntário é visto como uma pessoa pró-ativa, com grande capacidade de se adaptar a novas situações. Muita empresas consideram a ajuda ao próximo como um diferencial na hora de contratar para o primeiro emprego. Por isso, crie em seu currículo um item para incluir o ano e o local em que você foi voluntário.
Algumas dicas para quem busca esses novos objetivos:
- esportes coletivos e ONGs são um bom começo: eles dão uma noção de equipe e doação
- na faculdade você pode participar do centro acadêmico
- muitas empresas também tem projetos sociais e você como funcionário pode ajudar
- ainda no trabalho proponha formas de contribuir com o meio ambiente, como por exemplo, a economia de papel
“Essa geração pode indicar um caminho para as outras gerações que buscavam outras histórias e estão se sentindo desconectatos no trabalho no fazem. Hoje querem também fazer parte dessa nova geração”, diz Gabriel.
A pesquisa conduzida por uma empresa de comportamento revelou ainda um dado curioso: só 5% dos jovens brasileiros sonham em ficar ricos. “A nossa grande descoberta é que o jovem pensa no trabalho numa forma de expressar quem ele é e qual a relevância que ele pode ter para sociedade”, explica o sociólogo.
Fonte: g1.com.br

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Teledomingo - Jovem com leucemia faz documentário para conseguir doadores, 24/7/2011




Vamos mostrar uma família de sete irmãos. Um deles tem leucemia e nenhum dos irmãos tem medula compatível para doar. A família criou um blog e a novidade é um documentário feito pelo rapaz que está com a doença, para sensilibilizar as pessoas a fazerem doação

Acesse: queromedula.blogspot.com

FONTE: Duração: 06:52
Autor: RBS TV RS
Publicado em: 25/07/11

sábado, 23 de julho de 2011

Falta de cuidado com a alimentação preocupa Ministério da Saúde


Pesquisa revela dados alarmantes sobre os hábitos dos brasileiros. A preocupação das autoridades é com a incidência da diabetes.

Uma pesquisa do Ministério da Saúde revelou dados alarmantes sobre os hábitos dos brasileiros. E a preocupação das autoridades é com a incidência da diabetes.
Os brasileiros estão fazendo uma combinação de alto risco: sedentarismo e falta de cuidado com a alimentação. Cerca de 48% dos adultos estão acima do peso e mais de 30% das crianças de 5 a 9 anos também.
Resultado: segundo o Ministério da Saúde, os casos de diabetes devem aumentar nos próximos anos, começando cada vez mais cedo. E as mulheres precisam ficar atentas. Hoje, o número de mulheres com diabetes já é 30% superior ao de homens.
Lilian descobriu a diabetes com 30 anos, na gravidez. “Você não sente dor. Comendo normalmente, você não sente quando ela sobe. Sente quando ela desce. Quando você está cheinho, gordinho, só come”, diz.
O Ministério da Saúde vai lançar na semana que vem um plano de combate a doenças crônicas: diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares. O ponto fundamental, além do acesso aos tratamentos e aos remédios, é o incentivo à mudança de hábitos.
“Que as famílias se preocupem com as crianças e que isso aconteça ao longo da vida. Alimentação adequada e atividade física”, destaca o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
E depois de diagnosticada a doença, a disciplina é o mais importante. “Exercício é um grande remédio. Alimentação saudável tem que ser feita não só na primeira semana, tem que ser reeducado e o paciente tem que botar um novo formato na vida dele”, explica a endocrinologista Valéria Guimarães.
A orientação vale para todas as idades, inclusive para os idosos. Atualmente, uma em cada cinco pessoas com mais de 65 anos tem diabetes. Seu Paulo, que convive com a doença há 20 anos, mudou os hábitos, e agora diz que vive melhor.
“Sou miniatleta. Faço tênis, natação e a principal atividade é a caminhada: cerca de oito a 10 quilômetros diários. Isso ajuda muito”, garante.
Fonte: g1.com.br

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Roupas sem uso beneficiam pacientes de Aids em Nova York

Olhem que legal essa matéria do Jornal Nacional! 
Colabore você também doando para nosso brechó, ligue 3243-4143.
As pessoas que não vivem aqui na cidade também podem doar, envie por um amigo ou familiar que venha para Livramento ou por alguma transportadora.
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Cerca de 200 mil toneladas de roupas iam para o lixo todos os anos. A prefeitura resolveu estimular a doação com abatimento de impostos e utilizará o dinheiro arrecadado para atendimento a portadores de HIV.


Nos Estados Unidos, a prefeitura de Nova York está estimulando com outro tipo de reciclagem. E ao mesmo tempo ajudando portadores do vírus da Aids.
Na região da 5º Avenida em Nova York, as grifes do bilionário mercado da moda lançam, cada uma, pelo menos nova coleções diferentes por ano.
Cores, tecidos e padronagens que mudam nas vitrines quando você menos espera, em um ciclo que nunca termina: é da cabeça dos estilistas, para as fábricas, das fábricas, para as lojas. E das lojas para as sacolas dos consumidores.
Mas e quando a moda passa? O que acontece com essas roupas, sapatos e bolsas? Em NY, é tudo jogado fora. Isso mesmo.Vai tudo pro lixo.
A prefeitura, preocupada com os aterros sanitários já saturados decidiu criar um programa que está dando uma nova chance pra quem já brilhou nas passarelas.
Cerca 200 mil toneladas de roupas iam para o lixo todos os anos. Um homem confessa: "sempre joguei tudo no fora".
Agora, as roupas usadas dele e da família vão todas pra uma caixa instalada no prédio pela prefeitura. E o recibo, que ele mesmo preenche, pode ser usado pra ganhar desconto no imposto de renda. Questão de prioridade.
"Em Nova York, nós moramos em apartamentos muito pequenos e, na hora de renovar o guarda-roupa, precisamos de espaço", diz a especialista em moda, que trabalha em um galpão.
Tudo o que estava no galpão foi recolhido do lixo novaiorquino. Casacos de pele natural e sintética. Vestidos de festa e até peças ainda com a etiqueta.
E tem até vestido de noiva! Vários! Tudo é lavado, passado e dividido em dois grupos. Uma parte é doada para instituições de caridade. A outra, volta para o mundo dos flashes!
As peças vão para um catálogo de vendas na internet e também para brechós com cara e endereço de boutique! Marcas famosas com descontos de até 80%.
O dinheiro arrecadado ajuda a dar atendimento médico, dentário e treinamento profissional para pessoas com HIV, o vírus da Aids.
David Raper, um dos responsáveis pelo projeto diz que é uma nova chance para as roupas e também para quem tem a doença.
Fonte: g1.globo.com

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Comentários

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sexta-feira, 3 de junho de 2011

Mortes na Europa foram causadas por nova variante da bactéria E. coli


reportagem 13 de 24
A infecção já matou 18 pessoas no continente. Mais de 1,5 mil casos foram registrados em 10 países e nos Estados Unidos. Quase todos os pacientes se infectaram na Alemanha.




quarta-feira, 1 de junho de 2011

Infecção causada por bactéria E. coli deixa mais mortos na Europa

A vítima da Suécia esteve na Alemanha, onde aconteceram as outras 15 mortes por insuficiência renal aguda. Autoridades alemãs admitiram que os pepinos espanhóis não foram a causa da contaminação.



reportagem 8 de 48